Este compromisso não é apenas profissional.
É profundamente pessoal.
Enquanto irmã, vivi de perto o impacto emocional da doença oncológica — a dor, o medo, a exaustão, a fragilidade invisível que tantas vezes não tem espaço para ser cuidada.
Hoje, essa experiência vive integrada na minha prática clínica, com um olhar ainda mais humano sobre quem atravessa processos de doença.